Coral



Os Recifes de Corais são ecossistemas extremamente antigos, frágeis e muito ricos em biodiversidade. Os corais são organismos que precisam de muita luz solar, e por isso, ocorrem principalmente na faixa equatorial, em águas muito limpas e transparentes.

No litoral brasileiro não existem muitos recifes de coral devido à turbidez das águas costeiras, fruto da imensa carga de sedimentos carreados para a costa por inúmeros e extensos rios.

Uma associação simbiótica entre um animal (anêmona) e um vegetal fotossintetizante (microalga) fornece a base para as maiores construções já realizadas pela vida sobre esse planeta.
A Grande Barreira de Coral, na costa nordeste da Austrália, possui mais de 1600 km de extensão e reúne uma biodiversidade incomparável.
 
A pequena alga fotossintetizante fornece parte do alimento do coral, enquanto recebe proteção e nutrientes do mesmo. Assim, os dois coexistem há milhões de anos, construindo formações que abrigam diversas outras formas de vida e criando uma verdadeira floresta submarina, com uma riqueza de cor e vida inigualáveis.

Sendo ecossistemas muito delicados e preciosos, qualquer distúrbio em seu ambiente pode frear seu crescimento e matar muitas outras formas de vida que dependem direta ou indiretamente deles.

Uma das causas da destruição dos Recifes de Coral é a sua extração para a comercialização dos organismos vivos ou mortos, neste caso seus esqueletos, as pedras de coral. O Aquário de Ubatuba não possui qualquer coral vivo extraído da natureza em sua exibição, não querendo participar deste mercado insustentável e ecologicamente incorreto.